VÍDEO: Fantasiado de Homem‑Aranha, filho que vive nos EUA emociona mãe de 83 anos no Sul de Minas

Fantasiado de Homem‑Aranha, filho que vive nos EUA emociona mãe de 83 anos no Sul de Minas Uma surpresa inesperada emocionou uma família em Pouso Alegre, no...

VÍDEO: Fantasiado de Homem‑Aranha, filho que vive nos EUA emociona mãe de 83 anos no Sul de Minas
VÍDEO: Fantasiado de Homem‑Aranha, filho que vive nos EUA emociona mãe de 83 anos no Sul de Minas (Foto: Reprodução)

Fantasiado de Homem‑Aranha, filho que vive nos EUA emociona mãe de 83 anos no Sul de Minas Uma surpresa inesperada emocionou uma família em Pouso Alegre, no Sul de Minas, na véspera do Dia das Mães, no último sábado (9). Aos 83 anos, Benedita Alves da Silva chorou ao descobrir que o “Homem-Aranha” que entrou em sua casa era, na verdade, o filho caçula, Antônio Moscoso, que mora há 12 anos em Nova York, nos Estados Unidos. 📲 Siga o g1 Sul de Minas no Instagram O reencontro foi registrado em vídeo por familiares durante um almoço na casa da matriarca, no bairro Dindinha, na região do Recanto dos Fernandes. No início, Benedita se diverte com a presença do personagem, principalmente por causa das crianças que participavam da comemoração de aniversário de um sobrinho. “Minha filha comentou que viria um animador vestido de Homem-Aranha fazer uma apresentação. Quando bateram na porta, ele já entrou pulando no meio da sala, fantasiado, e eu sem desconfiar de nada. Na hora, ele me abraçava e eu abracei também”, relembrou a aposentada. Fantasiado de Homem‑Aranha, filho que vive nos EUA emociona mãe de 83 anos no Sul de Minas Reprodução/Terra do Mandu Antônio contou que decidiu antecipar a viagem ao Brasil poucos dias antes, movido pelo desejo de rever a mãe. “Na semana passada, meu coração falou: ‘Vai dar um beijo na sua mãe. Ela vai fazer 83 anos e mãe é uma só’. Eu falei: eu preciso olhar nos olhos dela e agradecer” , disse o filho por telefone ao g1. Segundo ele, a gratidão pela mãe é algo que faz questão de demonstrar sempre, especialmente neste período próximo ao aniversário dela, comemorado no dia 13. “Eu sempre ligo para ela e digo: ‘Obrigado por ter me colocado no mundo, por ter me carregado por nove meses e por ter me alimentado’. Eu sou apaixonado pela minha mãe.” Fantasia comprada às pressas A ideia da fantasia surgiu logo depois da compra da passagem. Antônio procurava uma forma de chegar sem ser reconhecido, já que a família estaria reunida para o aniversário do sobrinho. “Entrei na internet e procurei uma fantasia que chegasse rápido. A do Homem-Aranha tinha máscara, e era exatamente o que eu precisava para ela não me reconhecer.” Ele então combinou com as irmãs para que dissessem à mãe que um animador infantil havia sido contratado para a festa. O plano deu certo. Fantasiado de Homem‑Aranha, filho que vive nos EUA emociona mãe de 83 anos no Sul de Minas Arquivo Pessoal Sem desconfiar de nada, Benedita observou a movimentação com alegria. Mas a brincadeira mudou de tom quando o “Homem-Aranha” se aproximou e retirou a máscara diante dela. "Eu senti uma alegria muito grande. Fiquei tão emocionada que até precisei sentar no sofá. Porque ele tinha falado que não conseguiria vir agora, que só viria no começo de junho, então eu já estava conformada”, contou a aposentada. Ao reconhecer o filho, a idosa chorou, o abraçou e precisou ser amparada pelos familiares diante da intensidade da emoção. “Quando ele foi tirando o capuz e eu vi a carinha dele… nossa, fiquei impressionada. Comecei a chorar junto com ele, de tanta felicidade. Foi uma emoção que nem consigo explicar. Ainda mais no Dia das Mães, com o filho morando longe… e de repente ele ali, na minha frente. Foi bom demais ter a família reunida desse jeito", disse Benedita. Antônio admite que também se assustou com a reação. “Quando ela olhou para mim, eu fiquei preocupado. Pensei: ‘Meu Deus, vim agradecer a minha vida e vou matar minha mãe do coração’. Mas foi um momento muito feliz.”, brinca. Reencontro especial Morando nos Estados Unidos há cerca de 12 anos, Antônio vem ao Brasil sempre que possível para visitar a família. A última visita havia sido no Natal. Desta vez, ele quis transformar o reencontro em algo inesquecível. “Eu não sei até quando vou ter minha mãe. Se hoje sou quem sou, é porque ela me deu a vida. Eu precisava estar aqui para agradecer isso olhando nos olhos dela.” Benedita é mãe de quatro filhos, avó de seis netos e bisavó de um. Viúva, ela passou o fim de semana rodeada pela família. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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