Varginha exporta mais de 125 produtos e reforça liderança do café na balança comercial

Varginha exporta mais de 125 produtos e reforça liderança do café na balança comercial Varginha segue como um dos principais polos de exportação de Minas ...

Varginha exporta mais de 125 produtos e reforça liderança do café na balança comercial
Varginha exporta mais de 125 produtos e reforça liderança do café na balança comercial (Foto: Reprodução)

Varginha exporta mais de 125 produtos e reforça liderança do café na balança comercial Varginha segue como um dos principais polos de exportação de Minas Gerais, com o café mantendo ampla liderança nas vendas externas. De janeiro a setembro deste ano, o produto foi responsável por mais de US$ 2,127 bilhões em exportações do município. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Reconhecida internacionalmente como a capital do café, a cidade também tem ampliado sua pauta exportadora. No acumulado do ano, Varginha já enviou para o exterior mais de 125 produtos diferentes, totalizando cerca de US$ 2,2 bilhões em exportações. Entre os principais itens exportados além do café estão a soja, que movimentou mais de US$ 26 milhões, o algodão, com mais de US$ 12 milhões, além de aparelhos de iluminação e óxidos de manganês. Segundo o diretor do Porto Seco de Varginha, Breno Paiva, a diversificação dos produtos exportados é importante para garantir maior estabilidade à balança comercial do município. Café é o principal produto de exportação de Varginha. Crédito: Divulgação. "A diversificação é muito importante porque o café, como principal pauta, tem anos que o preço está melhor, tem anos que a safra foi melhor, foi pior. Então, quando a gente tem uma diversificação maior de produtos, a gente consegue manter uma estabilidade melhor da balança comercial", afirmou. Apesar da ampliação da pauta exportadora, o café segue com participação predominante nos embarques internacionais realizados a partir da cidade. De acordo com Breno Paiva, mais de 90% das exportações de Varginha ainda estão relacionadas ao produto. "Com certeza, toda exportação é benéfica e ajuda no fluxo, ajuda a ter mais fluxo de transporte, ajuda em toda a pauta da cidade, mas o café ainda é muito relevante, conforme eu mencionei para você, é mais de 90% ainda", disse. O diretor também demonstrou confiança de que Varginha encerrará 2026 na liderança das exportações de café entre os municípios mineiros. Atualmente, a cidade aparece atrás de Araxá no acumulado do ano, embora tenha liderado os resultados de setembro. "A gente acredita muito que Varginha vai finalizar o ano como a maior cidade exportadora. Hoje a gente está atrás de Araxá no ano, apesar de setembro ter sido a primeira. No ano a gente está um pouco atrás de Araxá. Mas esse ano a safra do café foi muito boa, muito maior que a do ano passado. E o preço também está muito bom. Então setembro, nosso valor exportado já aumentou muito. E a gente espera que outubro, novembro e dezembro a gente teremos números extraordinários. E com certeza vamos terminar o ano em primeiro lugar", afirmou. Varginha se destaca nas exportações de Minas Gerais Sobre a movimentação do Porto Seco, Breno Paiva informou que os números registrados até o momento estão próximos dos observados no mesmo período do ano passado, mas destacou investimentos recentes para ampliar a capacidade operacional. "Até o momento está estável. Os números estão muito parecidos com o do ano passado. Mas, conforme eu lhe falei, a safra foi muito boa. Nós investimos também em muita infraestrutura, inauguramos agora um galpão novo, um maquinário novo aqui dentro, que nos possibilita um maior fluxo, possibilita fazer mais operações. Então, a gente acredita muito que até o final do ano, os números vão surpreender bastante", declarou. Segundo ele, a estratégia do Porto Seco é continuar atraindo novos segmentos para reduzir a dependência de um único produto e manter a estabilidade das operações. "Com certeza, a gente sempre tenta buscar, diversificar, tenta buscar nossos produtos, nossos armazéns, nossa estrutura é feita para atender a diversos produtos, diversos segmentos. Claro que tem uma tendência natural a ter o fluxo de café aqui na região, mas a gente sempre está buscando diversificar para a gente manter essa estabilidade", concluiu. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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